Índice
Acima |
Captura de Imagens
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FOTOGRAFIA |
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SCANNER |
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SCANNERS
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Um scanner é um aparelho de leitura ótica que permite
converter imagens, fotos, ilustrações e textos em papel, num formato
digital que pode ser manipulado em computador. Por exemplo, é possível
"passar" uma capa de revista ou uma fotografia para a tela de seu PC.
Existem diversos tipos de scanners no mercado, que utilizam vários tipos
de tecnologia. Este artigo mostrará um pouco do funcionamento dos
scanners e as tecnologias usadas. As
informações fornecidas aqui podem te
ajudar na hora de adquirir um equipamento desse tipo. O mais comum é o
scanner de mesa, que parece muito com uma máquina copiadora, outro muito
utilizado também é o scanner de código de barras, que não serve para
captura de imagens, mais sim para a decodificação do código (EAN 13 ou
EAN 8 que são usados no Brasil.
O processo de
escaneamento (scanning) é realizado por dois componentes que
trabalham conjuntamente:
- um hardware, isto, o um
dispositivo de varredura ou scanner;
- um software, que é utilizado para
controlar o processo de varredura.
Tipos de Scanners:
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Scanners de mesa
são
os scanners que você vai encontrar mais facilmente em lojas de
informática e até supermercados. O mais baratos custam por volta de R$
200, porém sua qualidade deixa um pouco a desejar. Existe uma
infinidade de modelos e a dica aqui é a de sempre: o barato às vezes
sai caro. O melhor é optar por marcas de qualidade (Canon, Epson, HP,
Microtek, Umax, etc), que podem custar um pouco mais, porém o
resultado final será bem melhor.
Alguns modelos permitem o uso de um adaptador para transparências
(foto à direita), o que permite a digitalização de negativos e slides,
porém o preço geralmente é alto e a qualidade não é tão boa quanto a
dos mostrados acima.
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Scanners de página são parecidos com os de mesa, mas o
documento se move e a cabeça do scanner fica imóvel. O scanner de
página se parece bastante com uma impressora portátil.
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Scanners de mão usam a mesma tecnologia básica do scanner
de mesa, mas dependem de o usuário movê-los ao invés de uma cinta
motorizada. Este tipo de scanner geralmente não oferece uma boa
qualidade de imagem. No entanto, pode ser muito útil para uma rápida
captura de texto.
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Scanners cilíndricos são usados pela indústria editorial
para capturar imagens incrivelmente detalhadas. Eles usam a tecnologia
chamada de tubo fotomultiplicador (PMT). No PMT, o documento a
ser digitalizado é montado em um cilindro de vidro. No centro do
cilindro fica um sensor que divide a luz refletida do documento em
três feixes. Cada feixe é enviado através de um filtro de cor para
dentro do tubo fotomultiplicador onde a luz é transformada em um sinal
elétrico.
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Cilíndrico
De mesa
De mão |
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Funcionamento
Todos os scanners se baseiam no principio da refletância da luz, que
consiste em posicionar a imagem de forma que uma luz a ilumine. Um
sensor capta a luz refletida pela figura, formando assim uma imagem
digital. Os scanners mais simples usam lâmpada fluorescente para
iluminar a imagem, enquanto que os mais sofisticados usam uma lâmpada do
tipo catodo-frio.
No entanto, um outro fator determinante para a qualidade de imagens
escaneadas, é o sensor. Abaixo há uma descrição dos tipos de sensores
mais usados:
Photo Multiplier Tube (PMT): usado nos scanners de tambor, que
são mais sofisticados e caros. Esse tipo de scanner é usado
principalmente na indústria gráfica, para impressões de alta qualidade.
Para digitalizar a imagem, a mesma é posta num cilindro de vidro que
gira em alta velocidade ao redor do sensor PMT, que divide a luz
refletida em três feixes que passam por filtros e geram a imagem
digitalizada. Devido a sua complexidade, os scanners de tambor
praticamente só são usados em aplicações profissionais;
Charge Coupled Device (CCD): esse sensor é usado em quase
todos os scanners domésticos, os mais comuns. Seu destaque é a boa
qualidade e preço baixo. O sensor CCD é usado inclusive, em aparelhos de
FAX e câmeras digitais. Esse tipo de sensor transforma a luz refletida
em sinais elétricos que por sua vez, são convertidos em bits através de
um circuito denominado conversor analógico-digital. Os scanners de mesa
geralmente possuem vários sensores CCD organizados em forma de linha
reta;
Contact Image Sensor (CIS): esse tipo de sensor usa uma série
de LEDs vermelhos, azuis e verdes para produzir a luz branca e
substituir os espelhos e lentes usados nos scanners com sensor CCD. Isso
permite um escaneamento mais leve e que gasta menos energia. No entanto,
a qualidade da imagem escaneada não é tão boa quanto à do CCD, mas o
suficiente para aplicações simples. O preço desse tipo de scanner é bem
baixo. |
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Anatomia do scanner de mesa
As peças de um scanner de mesa são:

O sensor do CCD visto de
perto
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O principal componente do scanner é o sensor CCD. A
tecnologia
CCD é a mais comum para a captura de imagens em scanners. O CCD é um
conjunto de minúsculos diodos
sensíveis à luz, que convertem fótons (luz) em elétrons (carga
elétrica). Estes diodos são chamados de photosites. Em
suma, cada photosite é sensível à luz: quanto mais brilhante for a luz
que atingir um determinado photosite, maior é a carga elétrica que se
acumulará naquele ponto. |
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O processo de digitalização
Estes são os passos para um scanner digitalizar um documento:
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O documento é colocado na bandeja de vidro e a
tampa é fechada. A parte de dentro da tampa, na
maioria dos scanners, é branca e plana, apesar de algumas serem
pretas. A tampa fornece o fundo uniforme que o software do scanner
pode usar como ponto de referência para determinar o tamanho do
documento a ser digitalizado. A maioria dos scanners de mesa permite
que a tampa seja removida para digitalizar um objeto volumoso, como
uma página de um livro grosso.
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Na imagem acima é possível ver a lâmpada fluorescente
na parte de cima da cabeça de leitura |
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Uma lâmpada é usada para iluminar o documento. A
lâmpada usada nos scanners mais novos ou é uma lâmpada
fluorescente de cátodo frio (em inglês) (CCFL) ou uma
lâmpada de xenônio, enquanto scanners mais antigos podem usar uma
lâmpada fluorescente padrão.
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O mecanismo todo (espelhos, lente, filtro e sensor CCD) forma a
cabeça de leitura. A cabeça de leitura é movida
lentamente pelo documento por uma cinta presa a um
motor de passo. Ela é presa a uma barra estabilizadora
para assegurar que não haja oscilação ou desvio na passagem.
Passagem significa que a cabeça fez uma leitura completa do documento.
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A barra estabilizadora é muito resistente e fica presa de maneira
bem firme à carcaça do scanner |
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A imagem do documento é refletida por um espelho
em ângulo para outro espelho. Em alguns scanners, há somente dois
espelhos, enquanto outros usam três. Cada espelho é ligeiramente
curvado para focar a imagem que reflete sobre uma superfície menor.
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O último espelho reflete a imagem para uma lente.
A lente foca a imagem através de um filtro no sensor
CCD.
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Preste atenção na imagem acima e você verá os três espelhos
e a lente nesta cabeça de leitura |
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O arranjo do filtro e da lente varia dependendo do scanner. Alguns
scanners usam o método de digitalização de três passagens.
Cada passagem usa um filtro de cor diferente (vermelho, verde ou azul)
entre as lentes e o sensor CCD. Quando as três passagens são
completadas, o software do scanner monta as três imagens filtradas em
uma única imagem com todas as cores. |
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Tecnologia CCD |
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A maioria dos scanners atuais usa o método
de passagem única. A lente divide a imagem em três
versões menores do original. Cada versão menor passa por um filtro de
cor (vermelho, verde ou azul) e vai para uma seção diferente do sensor
CCD. O scanner combina os dados das três partes do sensor CCD em uma
única imagem colorida.
Outra tecnologia de sensor de imagem, que se
tornou popular nos scanners de mesa mais baratos, é o sensor de
imagem por contato (CIS). O CIS substitui o sensor CCD, os
espelhos, os filtros, a lâmpada e a lente por uma linha de
diodos emissores de luz (LEDs) vermelhos, verdes e azuis. O
mecanismo do sensor de imagem, que consiste de 300 a 600 sensores
cobrindo a largura da área de digitalização, é posicionado muito próximo
da bandeja de vidro sobre a qual o documento é colocado. Quando a imagem
é digitalizada, os LEDs se combinam para fornecer a luz branca. A imagem
iluminada é então capturada pela linha de sensores. Os scanners CIS são
mais baratos, mais leves e mais finos, mas não têm o mesmo nível de
qualidade e resolução da maioria dos scanners CCD.
Saberemos o que acontece entre o computador
e o scanner, mas antes vamos falar de resolução.
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Funcionamento do Scanner Cilíndrico
Para
escanear imagens com alto padrão de qualidade, usam-se os caros scanners
de tambor (veja a foto ao lado). Neste tipo de scanner a imagem a ser
escaneada é anexada a um tambor de vidro (daí o nome). Com os giros do
tambor, a imagem é lida linha-a-linha por um tubo fotomultiplicador em
vez de um CCD. Então, um forte ponto de luz é enfocado na imagem e sua
reflexão é medida pelo tubo.
Estes tubos possibilitam um escaneamento
da alta qualidade, incluindo definições grandemente melhoradas e muitos
detalhes de sombras. O alcance dinâmico deles é tão alto que eles podem
capturar tanto sombras profundas quanto realces muito luminosos e também
capturam diferenças sutis em sombreados. As resoluções dos scanners de
tambor, ultrapassam os 12.500 dpi (como o scanner da figura ao lado). Se
você necessitar um dia de um scanner de tambor, pode usá-lo em
estabelecimentos (como gráficas por exemplo), que cobram pela imagem
escaneada. Isso porque além de muito caro, um scanner de tambor também
tem altos custos de manutenção.
Um fato curioso, é que a resolução dos
scanners de tambor permitem alcançar resoluções e qualidade de imagem
tão altas, que manipular o arquivo resultante do escaneamento num
computador (ou até mesmo numa estação de trabalho) é complicado, visto o
tamanho que o arquivo da imagem assume. É, de fato, necessário um
computador com capacidade suficiente para isso.
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Recursos a considerar
Ao comprar um scanner,
leve em conta a quantidade de recursos disponíveis. Aqui está uma
referência prática:
Resolução e interpolação
Os scanners variam em termos de
resolução e nitidez. A maioria dos scanners de
mesa tem uma resolução física de pelo menos 300x300 pontos por
polegada (dpi). A resolução dpi do scanner é determinada pelo
número de sensores em uma única linha (taxa de amostragem do
eixo x) do sensor CCD ou CIS em relação à precisão do motor de
passo (taxa de amostragem do eixo y).
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A
precisão do motor de passo determina a taxa de amostragem do eixo y |
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Por exemplo, se a resolução for de 300X300
dpi e o scanner for capaz de digitalizar um documento de tamanho carta,
então o CCD tem 2.550 sensores em cada linha horizontal. Um scanner de
passagem única teria três dessas linhas, totalizando 7.650 sensores. O
motor de passo, no nosso exemplo, é capaz de mover-se a passos de 1/300
de polegada. Da mesma maneira, um scanner com resolução de 600x300 dpi
tem um CCD com 5.100 sensores em cada linha horizontal. |
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A
maioria dos scanners tem uma área de digitalização do tamanho carta
(21,6x27,9 centímetros ) ou do tamanho ofício (27,9x35,6 centímetros) |
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A nitidez depende principalmente da
qualidade ótica da lente e da luminosidade da fonte de luz. Uma lâmpada
xenon e uma lente de alta qualidade vão criar uma imagem muito mais
clara e, portanto, mais nítida do que uma lâmpada fluorescente padrão e
uma lente básica.
É claro que muitos scanners prometem
resolução de 4.800x4.800 ou até mesmo 9.600x9.600. Atingir resolução
física com uma taxa de amostragem do eixo x de 9.600 exigiria um CCD com
81.600 sensores. Se você prestar atenção às especificações, estas altas
resoluções são geralmente chamadas de 'enriquecida por software',
'resolução interpolada' ou algo semelhante. O que isso significa?
Interpolação
Os scanners que usam sensores CCD,
geralmente possuem uma resolução ótica de no máximo 600 x 1200 dpi. No
entanto, há os scanners que trabalham com resoluções de 2400, 4800, 9600
dpi ou mais. Isso é possível graças a uma técnica chamada Interpolação.
Trata-se de um software (geralmente presente num chip do scanner) capaz
de aumentar a resolução. A resolução obtida é chamada então de resolução
interpolada. O que o software de interpolação faz é criar novos pontos
entre pixels obtidos através da resolução ótica original. O problema é
que essa técnica não é tão precisa quanto a resolução ótica. Isso porque
o software faz uma espécie de suposição de onde novos pixels possam ser
adicionados, mas esse processo nem sempre dá certo. O scanner calcula
novos pontos baseados nos pixels que o mesmo consegue ver. Há programas,
como o PhotoShop que também fazem interpolação de imagens.
Profundidade de cor / bits
Os primeiros scanners que surgiram somente
distinguiam cores em tons de cinza. Quando uma imagem é escaneada, o
aparelho o faz pixel a pixel. Para cada um desses pixels, o scanner
atribui uma determinada quantidade de bits. Quanto maior for o valor de
cada pixel, maior será a qualidade da imagem digitalizada. Os scanners
"pioneiros" somente atribuíam um bit por pixel, o que somente permitia
trabalhar com preto e branco.
A maioria dos scanners atuais usam pelo
menos 24 bits para representar as cores possíveis de um pixel. Isso
permite ao scanner trabalhar com até 16,7 milhões de cores. Essa
quantidade também é conhecida por "true color". O número de bits usados
para representar as cores de um pixel é chamado de profundidade de cor.
Outro termo usado quando falamos de scanners
é profundidade de bit, também chamada de profundidade
de cor. Isso nada mais é do que o número de cores que o scanner é capaz
de reproduzir. Cada pixel requer 24 bits para criar cores reais
padrão e praticamente todos os scanners no mercado têm essa capacidade.
Muitos deles oferecem profundidades de bit de 30 ou 36 bits. Ainda
assim, a saída é em 24 bits de cor, mas os scanners realizam um
processamento interno para selecionar a melhor opção possível entre as
cores disponíveis na palheta aumentada. Há muitas opiniões sobre se há
alguma diferença notável de qualidade entre os scanners de 24, 30 e 36
bits.
Velocidade.
A menos que você pretenda digitalizar
centenas de páginas rapidamente, a velocidade não deverá ser um fator
essencial. Vale a pena aguardar alguns segundos a mais para conseguir
uma digitalização de qualidade na primeira tentativa.
Facilidade de uso.
É um recurso mais importante do que os
números. Afinal, não importa a resolução alta que o
scanner possui, se você não conseguir utilizá-lo. Recursos como
botões para realizar ações em uma única etapa (permitindo concluir
tarefas de rotina em uma única etapa) e software amigável contribuem
muito para a facilidade de uso.
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Recursos para fotografia digital
Os scanners
HP possuem
recursos especiais para os entusiastas da fotografia digital. Aqui está
uma pequena amostra:
Alimentadores automáticos
de fotos
Facilitam digitalizar uma pilha de fotos 8 x
13 ou 10 x 15.
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Um adaptador com iluminação permite
digitalizar slides ou negativos de 35 mm.
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O scanner de fotos
portátil da HP
tem design compacto que possibilita digitalizar imagens de qualidade
profissional praticamente em qualquer lugar.
Outros recursos especiais
Considere estes recursos adicionais que
ajudam a obter o máximo do seu scanner:
OCR
O utilitário Optical
Character Recognition - OCR - é o software de reconhecimento óptico de
caracteres. Responsável por converter documentos impressos em
arquivos-texto, o OCR realiza varredura ótica em apostilas, panfletos,
anotações e listas com a finalidade de interpretar caracteres sentidos
em imagens e convertê-las em padres ASCII. Com esse software é possível,
por exemplo, ler uma apostila antiga para transformá-la em documento do
Word. Depois que o documento estiver dentro do processador de textos, é
possível editá-lo livremente. Este programa já vem de fabrica na maioria
dos scanners.
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Transferência de imagem
Digitalizar o documento é apenas uma parte
do processo. Para que a imagem digitalizada tenha alguma utilidade, ela
precisa ser transferida para o seu computador. Existem três conexões
comuns usadas pelos scanners: |
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- Conexão por porta paralela: boa
parte dos scanners existentes fazem sua conexão ao computador através da
porta paralela. Este tipo de conexão é muito usada, pois praticamente
todos os PCs possuem porta paralela. A maioria usa portas paralelas
comuns, mas há modelos que precisam de tipos especiais. Isso significa
que há mais de um tipo de porta paralela. Uma delas é a EPP (Enhanced
Parallel Port). Outra é a ECP (Extended Capabilities Port). Ambas
possuem maior velocidade para transferência de dados e podem trafegar em
ambas as direções, ou seja, a transmissão é bidirecional. A grande
maioria dos PCs possui uma porta paralela que trabalha com as três
formas: normal, EPP ou ECP. Por isso, se o scanner precisa de porta EPP
ou ECP, basta fazer a alteração no Setup do computador. Essa tarefa é um
tanto perigosa para usuário leigos, portanto, peça ajuda a alguém
especializado se não tiver experiência suficiente para esta ação;
- Conexão por porta USB (Universal Serial
Bus): muitos periféricos fazem uso do padrão USB. Um deles é o
scanner. Se o seu computador possui entrada USB, a instalação do scanner
resume-se ao ato de conecta-lo à entrada. É o tipo de instalação mais
fácil e a escolha ideal para usuários domésticos;
- Conexão por interface SCSI (Small
Computer System Interface): Os scanners que usam a interface SCSI
existem há muito tempo, mas não são essenciais ao usuário doméstico. Os
scanners SCSI geralmente possuem alta qualidade e contam com acessórios
extras, como alimentadores automáticos de documentos, adaptadores para
slides e outros, o que o torna uma opção para ser usada em escritórios.
A instalação desse tipo de scanner é um pouco mais complicada, já que é
necessário instalar uma placa controladora SCSI dentro do computador. |
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Normalmente os scanners possuem várias possibilidades de conexão
com os computadores. |
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No seu computador, você precisa de software,
chamado de driver, que sabe como se comunicar com o
scanner. A maioria dos scanners fala a mesma língua, TWAIN.
O driver TWAIN funciona como um intérprete entre qualquer aplicativo que
suporte o padrão TWAIN e o scanner. Isso significa que o aplicativo não
precisa conhecer detalhes específicos do scanner para acessá-lo
diretamente. Por exemplo, você pode optar por adquirir uma imagem do
scanner usando o Adobe Photoshop, pois o Photoshop
suporta o padrão TWAIN.
Além do driver, a maioria dos scanners vem
com outro software. Um aplicativo de digitalização e algum tipo de
programa para edição de imagem sempre acompanham o scanner. Muitos
scanners incluem software OCR. O OCR permite que você capte palavras de
um documento e as converta em texto para computador. Ele usa um processo
de adaptação para determinar o formato de um caractere e o associa à
letra ou ao número correto.
Hoje, o mais interessante da tecnologia do
scanner é que você consegue fazer exatamente o que precisa. É possível
encontrar um bom scanner com um bom software por menos de US$ 200, ou
comprar um scanner fantástico com software incrível por menos de US$
1.000. Tudo depende da sua necessidade e do seu orçamento. |
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Você sabia?
TWAIN não é uma sigla. Na verdade, vem
da frase "Os dois (em inglês 'twain') nunca vão se entender" porque o
driver é o intermediário entre o software e o scanner. Como o pessoal da
informática adora criar siglas para tudo, TWAIN acabou virando
"Tecnologia Sem um Nome Interessante" (Technology Without An Interesting
Name).
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Calibração |
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Calibração é o processo de
fazer funcionar um dispositivo de acordo com certos padrões, para
assegurar um funcionamento dentro de intervalos de precisão compatíveis
com os padrões do fabricante, com padrões da industria e de outros
dispositivos de sua cadeia técnica. Além de um ajuste para as condições
do sistema particular, é possível a calibração de alta precisão
proporcionada pela utilização de colorímetros ou de densitômetros. A
necessidade da calibração pode não ser tão aguda para os casos em que a
exibição de dados será feita apenas na tela. Mas para os casos em que o
produto final será impresso, ou que outras exigências do projeto exijam
um ajuste fino, será absolutamente necessário manter um ambiente de
produção equilibrado e consistente. Nesse caso, a calibração do sistema
tem inicio pela calibração do scanner, obtendo resultados que
poderão ser utilizados na calibração do monitor, e depois das
impressoras e plotters.
A calibração de
scanners pode oferecer:
-
reprodução mais
fiel das cores;
-
ajustamento dos
dispositivos a situações particulares de iluminação;
-
compensação por
"fadiga das cores" de equipamentos velhos;
-
dados externos
para a calibração de outros dispositivos.
O software
de calibração é provida por alguns fabricantes independentes, e também
por grandes fabricantes de sotware de desktop publish.
Para efetuar a calibração leia os manuais de seu equipamento e de seu
software de pre-processamento. |
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Quando o scanner é calibrado, o recurso de calibração gera um
modelo matemático de suas características denominado "perfil de
dispositivo", que é armazenado como um arquivo .ICM e fica à disposição
do sistema. Os perfis de dispositivo padrão são armazenados no ICC (International
Color Consortium).
Escolher ou criar um perfil de scanner é o primeiro passo para
configurar um sistema de cores. É necessário para medir a variação entre
a saída do scanner e um ponto de referência conhecido. Isto é
essencialmente calibragem de software de um dispositivo para um padrão.
Há dois modos de fixação de perfis:
Os
perfis fornecidos são próprios para scanners novos, sem
desgaste de componentes de recepção de luz. É útil para o usuário que
não tem familiaridade com os procedimentos de calibração personalizada.
Os perfis de dispositivo estão disponíveis para a maior parte das marcas
mais comuns, monitores e impressoras usadas de editoração eletrônica, o
que simplifica muito o processo de seleção de perfis.
Os
perfis personalizados são recomendados para scanners velhos. Na
dependência da freqüência de utilização, os scanners velhos,
terão seus detectores de luz afetados. Os sinais de saída RGB irão
variar e chegarão a necessitar de calibração mensal. O perfil fornecido
pode não ser mais tão preciso quanto deveria ser. Nesse caso o usuário
deve criar um perfil personalizado.
Para
proceder à calibração personalizada é necessário acionar o programa
calibrador e fazer um scanning de uma folha-alvo fornecida por
fabricantes, e que, normalmente, acompanha os aparelhos. A saída digital
do scanner é comparada com sistemas de referência internos e um
novo perfil é criado. |
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